É hora de revirar gavetas, tirar as provas de um caminho bem caminhado e passar para a história esse retrato de homem que sou. Tranquilo, simples e feliz. A música me deu a paz, a cultura e os amigos. Muitos amigos. Foram tantos os bilhetes nas noitadas e tantos os pedidos, que acumularam em meu pensamento como fatos reais. Ás vezes a memória tem me traído, tantos são os amigos e conhecidos, que acabo trocando nomes.
O jornalismo me deu a sensibilidade de não ser traído e não trair meu caráter. Nesta área fiz poucos amigos, mesmo entre os colegas de profissão. Nestas andanças todas, aprendi mais que ensinei e vivi muito.